Há pouco tempo perguntavam com alguma frequência o que eu achava da contratação do Mauro Galvão para o cargo deixado pelo Rodrigo Caetano. Alegavam que a ligação do zagueirão com o Vasco era uma importante qualidade para quem fosse assumir a posição de diretor de futebol do clube.
Eu discordava sempre. Ter ligação com o Vasco ou mesmo ser torcedor do Gigante desde a infância não é garantia de qualidade para nada além de torcer. E isso vale para diretores, atletas, presidentes ou faxineiros.










