São Januário


Ortodoxia "Cristovaoniana"

Ortodoxia

Todos sabem que, no começo do Carioca, o que importa mesmo é somar pontos e chegar seja como for entre os dois primeiros do seu grupo. Se o time garantir a vaga nas semifinais do primeiro turno, tanto faz se foi de forma brilhante ou se foi aos trancos e barrancos. O que não falta é exemplo de time que chegou cheio de moral à fase decisiva da Taça Guanabara e que acabou eliminado por um clube que penou para conseguir a vaga.


Falta de opções?

Falta de opções?

Pra mim, o empate por 1 a 1 com o Universidad (CHI) não é motivo para desespero. Se o time jogar da mesma forma que atuou no primeiro tempo do jogo, podemos muito bem marcar gol ou gols para garantir uma vaga na final.


Agora é secar

secador branco

Quando o treinador Edson Coutinho falou sobre “honrar a camisa” e “encerrar o campeonato com dignidade” numa entrevista antes do começo do jogo, imaginei imediatamente o que pretenderia o Avaí diante do Vasco ontem: perder de pouco. Não deu outra. Mesmo sem ter muito sentido, já que para o time de Santa Catarina só a vitória poderia ter algum interesse, a equipe de Coutinho veio numa retranca completa. O problema é que o time ao Avaí é realmente muito fraco.


O Gigante da Colina

gigante

Depois décadas entoando o famoso apelido, finalmente descobrimos quem é o “Gigante da Colina”. Ele se chama de Dedé.

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Não enxergando o óbvio

Óbvio

A revolta muitas vezes nos cega para o óbvio. Pela reação da torcida com o empate diante do São Paulo, parece que foi exatamente isso que aconteceu.

Como o resultado que esperávamos não aconteceu, o time não acertou nada, Cristóvão só fez besteiras, não terem marcado dois pênaltis a nosso favor não faz diferença e o título já era. Essa é a voz da revolta, mas não necessariamente é a voz da verdade.


O Brasil na Sul-Americana

Continental

Para passar das 8as de final da Copa Sul-Americana, o Vasco sapecou oito gols no paupérrimo Aurora, que como time de futebol é uma ótima marchinha de carnaval. Não precisava tanto. Depois do presidente boliviano ter colocado todo peso do orgulho nacional nos ombros dos jogadores "aurorianos", foi até maldade do Gigante ter realizado tal massacre. Por muito menos que isso já vi acontecerem incidentes diplomáticos sérios acontecerem.


Batendo na mesma tecla

Mesma tecla

Reclamaram dos três volantes que estariam em campo, reclamaram da presença do Nilton, chamaram o Cristóvão Borges de retranqueiro, anteviram a derrota caso o interino mantivesse o meio campo anunciado (teve gente falando nos comentários do Blog da Fuzarca que o Vasco perderia por 4 a 0).


Sorte de campeão?

Sorte

O Vasco empata com os Gambás em um jogo que inclusive poderia ter perdido. Aí, por sorte, São Paulo e Botafogo perdem seus jogos e os grandes vencedores da rodada foram tricoletes e mulambos, que tendo vencido, conseguiram diminuir sua distância do líder em dois pontos, estando agora seis pontos atrás do Gigante.


Palmas para a arbitragem

Palmas para a arbitragem

Reclamar da arbitragem no empate com o Atlético-GO pode ser classificado como choro de quem não conseguiu o resultado esperado. Mas depois da atuação discretamente pavorosa (como falei no Blog da Fuzarca) do Sr. Evandro Rogério Roman – que já nos prejudicou muito outras vezes – seria inevitável. Mas a minha maior preocupação não é a indigência técnica do árbitro. O que preocupa foi a escolha dele para a partida em que poderíamos abrir distância na liderança.


Muitos volantes?

Volantes

Depois desse 4 a 0 acachapante sobre o Grêmio, o que será que vão falar os que defendem a tese de que é o número de volantes que faz um time estar ou não na retranca? Mesmo sem Juninho ou Felipe e tendo Fellipe Bastos como o jogador mais próximo de um armador em campo, o Vasco apresentou um futebol com consistência ofensiva sem deixar de ter uma marcação forte no meio de campo.