Thiago Neves


Créu

"Pra dançar créu, tem que ter disposição... pra dançar créu, tem que ter habilidade..." Ao contrário do que parece, a contratação de Thiago Neves não me empolga tanto tecnicamente, mas me realiza enquanto torcedor do Fluminense. Quantas vezes perdemos jogadores pra mulambada? Só dos anos 90 pra cá: Lira, Márcio Costa, Djair, Leonardo Moura, Juan, Toró... O último então foi uma das maiores ursadas de todos os tempos. E agora estão falando de ética? No dos outros é refresco, né Patrícia?


Peixe frito à gaúcha

Depois de duas vitórias em cima de São Paulo e Fluminense - onde o Flamengo foi acusado de homofobia - e de um empate vergonhoso contra o Ceará, foi a vez de enfrentarmos os tais “meninos da Vila”.


Time sem axé

Depois de uma boa estreia no Brasileirão 2011, o Flamengo voltou a mostrar antigas falhas de marcação, sofreu com as péssimas substituições feitas pelo Luxa e cedeu o empate ao Bahia, nos últimos minutos de jogo. Uma falta de atenção imperdoável, principalmente por estarmos jogando com um a mais.


Estreia de campeão invicto!

Resolvidos todos os meus problemas contratuais com Os 4 Grandes, volto à ativa CAMPEÃO, agora com a promessa de andar na linha, sem noitadas, sem departamento médico e sem atrasos nos posts! Agora é futebol força e sem rodopios.

O título estadual invicto do Flamengo, conquistado após vencer os dois turnos e a presença de 6 jogadores na seleção do campeonato, pode dar uma falsa ilusão de que o time está pronto para encarar um campeonato como o nacional. Lêdo engano! Ainda precisamos urgentemente de um zagueiro experiente e um atacante matador e com presença de área para que possamos realmente disputar as primeiras posições. De qualquer maneira, reforça a enorme superioridade do rubro-negro no cenário estadual. Tá claro que não é necessário nem jogarmos bem para sermos o "papa tudo" carioca.


Abalou Bangu em prantos!

Buáááá Bangu!

Mesmo depois de uma vitória suada contra o Bangu, onde o Flamengo criou inúmeras oportunidades e por pura incompetência, a bola só foi entrar aos 50 minutos do segundo tempo, o time parecia estar bem preparado para enfrentar o Fluminense. Mas antes, fiquei devendo comentar o jogo contra o time de Moça Bonita.


Afugentamos!

Rala cachorro!

Pois é, nação. Os cachorros vieram e botamos pra correr! O grande goleiro de seleção, que operou um milagre na cabeçada de Thiago Neves, não conseguiu segurar nenhum dos nossos pênaltis e verá a final pela TV.


Hora da verdade!

Momento Karatê Kid para o Fogão!

Joel quando prova do próprio veneno se enrola e fica nervoso. Reclamou muito da retranca do Macaé, logo ele, um entusiasta do anti-jogo. Mesmo jogando no Engenhão, contra um time pequeno, insistiu na linha com três zagueiros. No segundo tempo, quando o bicho pegou ele avançou o time, que já estava confuso. Não resolveu. Resultado: enfrentaremos a mulambada no domingo.


Por ora, 100%

Depois de duas rodadas entregue ao departamento médico (onde assumi o chinelinho) e quando não pude comentar a bonita vitória em cima do time da Colina e a estreia do Ronaldinho com a camisa do Mengão, volto hoje pra comentar outra vitória, desta vez suada, em cima do Boavista. Vitória esta que mantém o Flamengo como o único que ainda não perdeu ponto no campeonato.


Acabamos com o sonho Americano

Rala, Americano

Depois da boa partida contra o América, o Flamengo voltou a jogar mal, mas ainda assim conseguiu vencer o fraco time do Americano. Aliás, o Americano só não foi fraco quando o Caixa D'Água estava lá pra mover seus milhares de pauzinhos.


Vamos no sapatinho

No sapatinho

Alô nação, agora é sério!

De volta a falar do nosso Mengão por aqui e com novidades a dar meus pitacos. A contratação do Ronaldinho Gaúcho mais me impressionou pela forma discreta e profissional com que a diretoria tratou o assunto do que morri de amores pela aquisição em si. É, sem dúvida, um jogador sensacional, mas não gosto desse barulho todo rondando a Gávea. Ainda teve a contratação de Thiago Neves, que vai ter que comer muito feijão com arroz pra me convencer que tem condições de vestir o manto. Não me apetece a ideia de receber de braços abertos um tricolete convicto, mas sempre há a possibilidade de se redimir. Suando sangue, é claro!