Vagner Love


Estamos à deriva

Nem sinal de terra à vista...

É duro admitir, mas o Mais Querido parece sem rumo em meio à tormenta. Em menos de seis meses fomos da calmaria que advém das grandes conquistas à incerteza que surge quando não há comando - situação que infelizmente parece intrínseca ao cotidiano do Rubro-Negro. E por mais que alguns digam que a atual administração não tem culpa dessa confusão, sinto-me obrigado a discordar.

Dois a um? Dois em um!

Festa em território inimigo é sensacional (Foto de Marcelo Régua/Ag. O Dia)!

É, moçada, mais uma vez o Curíntia é freguês. A rima é paupérrima, mas a Nação é rica de felicidade por torcer pro Mais Querido, que se transformou no intervalo da peleja no Pacaembu e despachou os maloqueiros da Libertadores. Que mané melhor campanha o quê, paulistada.! Que mané Ronaldo!! É Vagner Love na parada!!! E que venham as quartas de final.

Dá pra apagar esse dia?

Marmota, cadê você?

Começo de férias e bateu aquela lombra de entrar na internet. Passo uns dias desplugado e parece que o mundo desmorona. Tem aquele papo de americano do Dia da Marmota, sacam? Rendeu até filme com o Bill Murray. Pois é, a última quarta-feira era um dia que bem poderia começar de novo - o risco era ficarmos presos na mesma merda pra sempre. Como há dois assuntos bombando, vamos dividir pra tentar conquistar.

BURRO!

Na mão grande...

Foi desse jeito...

O post de hoje no Blog da Fuzarca é claro, mas não explica a derrota para a mulambada. O juiz foi decisivo no resultado? Foi. Perdemos na mão grande (ou seria no braço do Williams)? Perdemos. Mas não fizemos nossa parte como deveríamos. Outra vez o Vasco jogou mais e teve mais posse de bola, mas no final fomos nós que saimos derrotados. Novamente falhamos muito na hora de fazer gols e igualmente quando deveríamos evitá-los.

Saímos no lucro

Os chilenos riram por último... (A foto é de André Luiz Mello/Ag. O Dia)

É isto mesmo o que eu acho. Jogando no primeiro tempo (praticamente) sem ataque, com zero de criatividade no meio e com as falhas clamorosas de nossa defesa (?!?), o 2 a 2 acabou sendo um bom resultado. Ah, tivemos mais posse de bola. E daí? Sem saber o que fazer com ela, de nada adiantou. Agora é vencer os dois jogos que restam e esperar por um tropeço dos chilenos.

Modorra

Tá difícil manter os olhos abertos...

Foi uma espécie de recesso voluntário. Sem Libertadores (quarta-feira tem, finalmente!), restou-nos apenas surrar os timecos que disputam o sonolento Estadual 2010 - domingo, nem dos titulares precisamos; mais um pouco e dava pra jogar com os juvenis. Fato é que fizemos bem nossa parte, domingo vamos pra cima do bacalhau e garantir vaga na final da Taça Rio. Sonolento ou não, o tetra vem aí!

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TEMPO!

Pausa para respirar e seguir em frente...

Enfim a semana mais turbulenta do Fla 2010 (até agora...) ficou pra trás. E o saldo acabou não sendo muito ruim: perdemos de pouco no Chile - mas ainda dependemos só de nós mesmos na Libertadores - e arrancamos um empate (Ave, Imperador!) no Engenhão contra a cachorrada. Agora vem aquela pra lá de bem vinda pausa para recarregar as baterias e seguir na luta. Eu sei, eu sei que temos jogo do Estadual na quarta-feira e no domingo.

A terra tem que tremer

Não quero ser o chato de plantão, mas creio que a derrota para o Universidad de Chile, quarta-feira, serve como alerta para o atual estado de coisas no Mais Querido. Não chegou a ser nenhum desastre, e poderia até ter nos rendido um pontinho se o Bruno não resolvesse jantar bem na hora em que havíamos arrancado o empate (sim, o bandeira não marcou impedimento do Love. Deve ser o que o arco-íris chama de 'el silbato compañero'). O problema nem está no (mau) resultado, e sim na forma como o time (não) jogou.

Derrotado-dô...

Mais uma vez o Vasco jogou melhor mas acabou perdendo um clássico, dessa vez contra a mulambada. Foi a mesma coisa contra o Botafogo na final da Guanabara. Esperemos que na hora em que precisarmos vencer mesmo, consigamos alguma coisa.

Bruno é o poder

Por Alessandro - 15/03/10, 16:59
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Próxima parada. Aguentaê, Chile!

Eu estava de plantão e tive que ver o clássico no trabalho. Podia até ter escrito sobre a vitória no 'jogo dos pênaltis' a quente, mas preferi esperar a marola (e água não faltou) amansar. Passadas algumas horas de nosso triunfo, fica mais saborosa a já velha máxima: ganhar da turma do tamanco, mesmo num jogo sem grande valor no campeonato, é o que há de bom. Como dizia aquela propaganda, não tem preço.