É duro admitir, mas o Mais Querido parece sem rumo em meio à tormenta. Em menos de seis meses fomos da calmaria que advém das grandes conquistas à incerteza que surge quando não há comando - situação que infelizmente parece intrínseca ao cotidiano do Rubro-Negro. E por mais que alguns digam que a atual administração não tem culpa dessa confusão, sinto-me obrigado a discordar.









